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Apodi - Policia Civil e ITEP realiza reprodução simulada do caso Teté de Ademar

A Polícia Civil de Apodi juntamente com peritos do Instituto Técnico e Cientifico de Policia do Rio Grande do Norte (ITEP), realizou na manha dessa terça-feira (01), a reprodução simulada do latrocínio do qual foi vítima o comerciante Antônio Leão da Silveira “Teté de Ademar” de 74 anos de idade, morto com pauladas e 20 facadas em sua residência.
A reprodução simulada do crime aconteceu na casa da vitima, localizada na Rua Luís Simplício, na mesma rua em que esta localizado o reservatório de Água da Caern.

De acordo com o delegado da Polícia Civil, Renato da Silva Oliveira, responsável pelo Inquérito Policial, o presidiário Antonio Renato de Souza Filho “Renatinho”, contou com riqueza de detalhes como o crime aconteceu. "Não posso passar maiores detalhes, mas essa reprodução foi muito proveitosa, á invasão á casa da vitima foi feita por duas pessoas, mas acreditamos que exista uma terceira pessoa envolvida que possa ter ficado na rua dando um apoio”, comentou o delegado Renato Oliveira que segue com as investigações.
Familiares e vizinho do Antônio Leão da Silveira “Teté de Ademar”, estiveram na manhã de hoje, para acompanhar a reprodução simulada do latrocínio. Teté de Ademar era membro de família tradicional e respeitada em Apodi. Teté sempre foi considerado cidadão de bem na cidade.

O Delegado de Apodi deve concluir o Inquérito Policial na próxima semana e encaminhar para a justiça da Comarca de Apodi. Enquanto isso o Renatinho Moreira, segue preso na carceragem do Centro de Detenção Provisória de Apodi (CDP), em uma cela especial. Pois o mesmo fora expulso do pavilhão pelos ex-colegas de cela, que reprovaram o bárbaro crime praticado por ele contra um idoso de 74 anos de idade.

Quando adolescente, Renatinho Moreira, deu mais de 50 entradas na Delegacia de Policia de Apodi, acusado sempre de arrombamentos, já foi internado no CEDUC de Mossoró, Caicó e Natal, recentemente foi preso em Apodi por assalto e depois de responder pelo crime em regime fechado, estava no semiaberto, aonde constantemente vinha faltando para o pernoite naquele estabelecimento prisional.  Renatinho Moreira, na maioria das vezes sempre apresentava um atestado médico.


Fonte: Por Trás das Grades

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